Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Vida de freelancer


Segunda-feira, seis da manhã. Enquanto grande parte dos profissionais com registro em carteira se prepara para cumprir uma jornada de oito horas de trabalho, o designer Eduardo Vicente Gonçalves, 24 anos, curte um pouco mais a cama. Às 9h00, quando muitos já estão envolvidos com a rotina do dia-a-dia, ele acorda e aprecia o café da manhã. Por volta das 10h00 (momento em que boa parte dos assalariados já sonha com o descanso do almoço) é hora de ir trabalhar, mas sem o estresse do trânsito e o melhor: sem a obrigação do traje social. Se quiser, vai de pijama mesmo.

É do escritório de casa que o freelancer toca sua vida profissional e, quando precisa, encontra tempo para resolver seus problemas pessoais (um cano furado, uma conta para pagar), além de se dar uma folga para tirar um cochilo ou assistir a uma partida de futebol quando estiver sem inspiração para o trabalho. Resumindo: dentro de casa, Gonçalves é free.

"Não gostava de ter que pedir permissão até para ir ao médico e ser escravo do relógio. Troquei os benefícios do emprego de carteira assinada pela minha liberdade", conta o designer. Hoje, ele não tem dúvida de que está mais feliz. "Trabalho o suficiente para sobreviver e prezo muito pela minha qualidade de vida. Sempre que possível ponho o meu notebook nas costas e caio no mundo. Esse ano mesmo, paralelamente aos meus projetos, consegui dar uma escapada para a Argentina e para o Uruguai."
Ao pé da letra, a palavra free significa liberdade, ou seja, sem patrão nas costas e muito menos cartão de ponto. O que, na maior parte dos casos, se traduz em horários de trabalho mais flexíveis. Não é à toa que muitos profissionais têm optado por este caminho e, assim como Gonçalves, são conhecidos como freelancers.

Tendências

Por trás do atraente slogan de liberdade atrelado à rotina do freelancer, também há mudanças no mercado de trabalho responsáveis pelo crescimento desta modalidade de profissional. "Novas condições de contratação, além da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) surgiram como mais uma forma de atender as demandas das empresas e driblar o desemprego. Uma delas foi a PJ (Pessoa Jurídica)", aponta a consultora de recursos humanos da Career Center - empresa de orientação profissional - Malú Giacomazzi. Não é à toa que o método de trabalho que começou como tendência nas áreas de Jornalismo, Design, Propaganda e Tecnologia da Informação, já se expandiu para outros segmentos como por exemplo, Arquitetura e Letras.

De acordo com a consultora, grande parte dos profissionais que se aventuram nessa direção, o fazem por conta das dificuldades em encontrar uma colocação no mercado de trabalho. A produtora Renata Padovani, 29 anos é um exemplo. Há cinco anos como "freela" ela culpa a falta de oportunidades em sua área. "Cada vez menos as empresas querem manter vínculos com os empregados. Isso diminui bastante a oferta de emprego", desabafa. "Atuar como autônoma é uma solução para driblar essa crise e tem lá as suas vantagens, mas confesso que gostaria de ter um emprego fixo para ter mais garantias profissionais", completa.

Ainda que tenha atrativos, também é preciso lembrar que existem desafios na vida dos freelancers. Um deles, é lidar com a falta de estabilidade financeira. Em um mês é possível conseguir diversos projetos e ganhar três ou até quatro vezes mais do que um funcionário CLT. No próximo, porém, nenhum trabalho pode aparecer. No fim de cada mês, o resultado depende única e exclusivamente do freelancer. Por isso os contatos são a base desse trabalho. "O boca a boca e o famoso QI (quem indica), são nossas principais fontes de trabalho", diz a produtora Renata.

Se iniciativa para correr atrás do trabalho é fundamental, organização para não passar aperto no final do mês também não fica atrás. "Disciplina e a organização financeira devem ser as principais características de um freelancer", alerta Malú. Fundo de garantia, férias remuneradas, 13º salário, assistência médica e INSS também não fazem parte dos benefícios de um profissional autônomo, a não ser que ele queira "pagar por fora" para obtê-los. Por isso, a consultora recomenda que o profissional considere esta questão na hora de aceitar um projeto. "Negocie um valor que possa cobrir as despesas com esses encargos, afinal, são garantias para o futuro e podem ser bastante úteis diante de um imprevisto", aconselha.

Limitações

Mesmo sendo freelancer, o profissional da área de Sistemas de Informação Danilo Rodrigues, 22 anos, mantém uma rotina similar a dos funcionários com registro em carteira. Tem horário para sair e para entrar na empresa, faz uma hora de almoço, tem obrigações diárias e é subordinado a um chefe. No entanto, os benefícios não são os mesmos. Nada de assistência médica, férias remuneradas e nem mesmo vale alimentação ou refeição. Pode até parecer injusto, mas Rodrigues só está se adequando ao mais novo modelo de conntratação adotado por algumas companhias: freelancer fixo.
"Durante os últimos seis anos já passei por três empresas com esse mesmo esquema de contratação. Os deveres são os mesmos de um profissional contratado, mas os direitos não. As ofertas de CLT em Tecnologia são cada vez menores. Por isso, ou você aceita a proposta ou fica desempregado", desabafa Rodrigues. "Quero muito conseguir algo fixo para ter mais segurança e poder colocar a cabeça no travesseiro sem me preocupar com o futuro", confessa.

A regra trabalhista é bem clara quanto a esse assunto. Primeiro, uma empresa só pode terceirizar os serviços secundários. Ou seja, se a companhia atua na área de Medicina, ela não pode terceirizar os médicos, mas a áreas de contabilidade e administração sim. Depois, deve-se levar em conta a habitualidade e a subordinação do trabalho. "Esses dois conceitos é que diferenciam um empregado de um freelancer", ressalta o procurador do Ministério Público do Trabalho de São Paulo Fábio de Assis Fernandes.

Isso significa que se o autônomo exerce atividades regulares em uma empresa, além de ser subordinado a alguém, sua função pode ser considerada deturpada e a companhia contratante pode sofrer todas as sanções previstas no direito trabalhista. "Mas é preciso fazer uma análise concreta de caso a caso", afirma Fernandes.

Fonte: http://www.universia.com.br

Sábado, 6 de Junho de 2009

Por que não dá certo manter sites?


A abordagem correta é a de melhoria contínua. Manter o que existe é pouco - é preciso evoluir.

O projeto do novo site começa, com todo apoio e orçamento. Todos se preocupam em definir o público-alvo, planejar cuidadosamente o escopo, desenvolver e finalizar o projeto. Apenas um esquecimento básico: quem vai gerenciá-lo, depois que nascer?

O desafio começa quando o site é publicado, porque é nessa fase que chega a hora da verdade. Os usuários começam a navegar, dar sugestões, interagir. Afinal, como lidamos com um meio interativo, não poderia ser diferente. O retorno do público é básico e essencial. Essa é uma das grandes vantagens dos canais digitais, porque cada clique pode dar dicas do comportamento. Os usuários são cada vez mais ativos porque têm capacidade de escolha.

Muitas empresas investem seus esforços na fase de projetar o canal. Nessa etapa, o usuário existe apenas a partir de suposições. Depois de pronto, o site entra em uma etapa mais passiva, de manutenção. Costuma-se atualizar o que existe, sem preocupação em produzir mudanças.

É quase impossível prever tudo antes: é justamente quando é publicado que um site deve mudar. Para dar certo, é necessário verificar o comportamento real dos usuários e adequar o que foi planejado. Muitas vezes, pequenas melhorias geram grandes resultados.

É necessário analisar se o que foi projetado corresponde à realidade e mudar o rumo, se for o caso. Se isso não acontecer, pode haver um desperdício dos recursos investidos no projeto por não alcançar os resultados desejados. É muito difícil dar um único tiro e acertar o alvo, sem conhecê-lo muito bem.

A mudança de paradigma é migrar do ponto de vista da empresa para uma análise que leve também em consideração o comportamento do usuário. As discussões podem ser baseadas em números e na interação com o público.

Por tudo isso, a abordagem correta é a de melhoria contínua. É necessário ter um plano de ação com base na análise do comportamento dos usuários. E preciso gerenciar o canal e não apenas mantê-lo. Não se pode deixar parado um meio que é intrinsecamente dinâmico. Manter o que existe é pouco. É preciso evoluir.

Fonte: Webinsider

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Como ficar rico trabalhando com web. É possivel?


Num mercado de salários abaixo da média e tanta concorrência, quais as melhores escolhas a se fazer? “Como ficar rico trabalhando com web” pode parecer uma abordagem muito ambiciosa, mas a minha intenção é apenas analisar e avaliar que tipo de investimento profissional realmente vale a pena nesse nosso ramo de desenvolvimento e design para internet.

Todos sabemos que é um mercado muito competitivo e ainda tem muita gente se vendendo a preço de feira. A tão temida máfia dos sobrinhos continua atacando e tem muita mão de obra barata fácil de ser encontrada.

Mas não dá para lutar contra isso. Eu não fiz esse post como um guia de como tirar uns trocados fazendo site, estou falando de chegar no primeiro milhão mesmo. Partindo do zero (há!). E trabalhando com web (não ria!).

É possível sim, mas também é um investimento de longo prazo que exige muita disciplina e que você já deveria ter começado a fazer.

  1. Saiba mais que ontem.
    O que andas fazendo no seu tempo vago? Se está sendo pago para ficar numa empresa e ficar ocioso por alguns minutos, aproveite para ler blogs da sua área, estudar um tutorial, tentar aprender coisas novas. Você estará em constante aprendizado e ainda estarão lhe pagando para aprender.
  2. Seja multidisciplinar.
    Entenda o trabalho dos seus colegas. A troca de experiências é muito importante não só entre profissionais da mesma área. Procure participar de outras atividades sempre que possível, até mesmo assuntos que não sejam diretamente relacionados com sua função. Você pode se tornar uma peça fundamental para a empresa.
  3. Seja especialista.
    Eu sei que acabei de falar sobre multidisciplinaridade e que existe muita pressão em saber todos os softwares, ferramentas e linguagens de programação. Mas tenha foco. Não basta ser como um pato, que anda, nada e voa, mas não faz nada direito. Especialize-se em algo que goste de trabalhar e seja o melhor naquilo.
  4. Faça Networking.
    Trocar experiências com pessoas que fazem a mesma coisa que você em outras empresas. Encontros, eventos, congressos e até mesmo o twitter ou blogs são ótimas ferramentas para conhecer gente nova na sua área. Acredite, tem muita gente que vai a eventos só para aprender com as palestras e não absorvem metade do que o evento proporcionaria com networking.
  5. Pague-se pelo seu trabalho.
    Pegue uma quantia qualquer, seja ela 5, 10 ou 20% do que você ganha e dê de presente para você mesmo. Esse dinheiro deve ficar longe de pagamento de juros ou de produtos que desvalorizam com o tempo como tv, celular, notebook, roupas e todos os outros. Faça um investimento, mesmo que conservador para fazê-lo render. Isto é um conceito básico de educação financeira que pode ser encontrado em diversos livros que você já deveria ter lido, como O Homem Mais Rico da Babilônia ou Pai rico, pai pobre.
  6. Goste do que você faz.
    Não quero estragar suas expectativas, mas se você chegou até aqui e não gosta do seu trabalho, você já está perdendo muito tempo. Procure um cargo ou profissão que realmente dê tesão prazer e siga cada um dos ítens acima. Isso será reconhecido mais cedo ou mais tarde.

Hora de colher os frutos.

Aproveite as oportunidades e não dê mole para o azar. Com o mínimo de pró-atividade e seguindo ítens acima, projetos maiores, promoções ou novas propostas serão apenas consequência.

Em alguns anos, se ainda não estiver satisfeito com seu salário ou tipo de tarefas de trabalho, imagine a quantidade de conhecimento que já adquiriu e pessoas que conheceu. Terá uma boa base de conhecimento em diversas atividades e poderá criar seu próprio produto, site ou empresa, não é verdade?

Fonte: Richard Barros

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

5 dicas rápidas para a vida de Freelancer


Não que eu seja tão experiente, mas já passei por caminhos sinuosos nessa estrada dos trabalhos autônomos e já tenho alguma noção principalmente sobre erros que não devem ser cometidos novamente.

Este é apenas um guia de consulta rápida para quem está entrando no ramo de Freelas.

    1. Explique a solução, não a tecnologia. Seu cliente não sabe o que é ajax ou a diferença entre html e php. Então seja claro e mostre sua solução sem entrar em termos tecnológicos.
  1. Seu cliente não está fazendo um favor para você. Você está prestando um serviço, então seja justo com o orçamento (principalmente para você) e saiba dizer não.
  2. Não descanse no PC. Ficar de bate-papo ou vendo sites não vai ajudá-lo a descançar, vá dar uma volta no quarteirão ou tirar um cochilo.
  3. Faça Backups regularmente. Crie uma rotina própria de backups e tenha sempre uma cópia reserva de seus projetos em DVD, Pendrive ou até em um HD espelhado.
  4. Ligue o “Modo Trabalho”. Organize suas tarefas, estabeleça prazos e cumpra-os. Desligue telefones, avise a todos da casa e quando estiver trabalhando não deixe que nenhum fator externo interfira em seu rendimento.

    Fonte: Richard Barros

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Dez regras básicas para um bom atendimento

São dicas para donos de restaurantes, mas servem para donos de e-commerce e desenvolvedores de sistema também. O que desejamos em um restaurante não é muito diferente do que esperamos de um serviço online.

Em uma das últimas edições do Fantástico na TV no fim do ano passado, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel ensinou à chamar um garçom. Segundo ela é preciso levantar e balançar fortemente os braços para que um garçom te veja. Ainda bem que ela não é da área, por isso a besteira é permitida.

Faça o seguinte, se for num restaurante que você precise “balançar fortemente os braços” para ser atendido, não volte lá nunca mais.

A função de um bom garçom é ser atento ao menor gesto seu. Ele tem obrigação de saber o quanto é chato ficar com a mão levantada. Para quem acha que é preciso plantar bananeira para chamar um garçom, aqui vão algumas coisas básicas que um restaurante deve seguir:

São pequenos detalhes, fáceis de gerenciar e que podem causar o maior problema se não forem adotados.

1. Pontualidade. Os restaurantes devem abrir e fechar no horário em que dizem que irão fazê-lo. Acontece muito de restaurante que abre as portas sem estar preparado. Você entra e encontra lá dentro garçons sem uniforme, pessoas arrumando mesas e varrendo o salão. Existem também aqueles restaurantes que fecham antes do combinado porque o salão está vazio, deixando o cliente de última hora, que é tão importante quanto qualquer outro, para fora da casa.

2. Limpeza. Um garçom atento não é apenas aquele que atende os clientes com rapidez. Ele não pode deixar uma mesa suja, com papel, palito, água, restos. Ele deve ter atenção para não atrapalhar o cliente que está atendendo, muito menos as mesas ao lado. Spray não funciona, de preferência, deve-se colocar o líquido num pano limpo e depois passar sobre a mesa. Há ainda aquele garçom que abusa do perfume. Estes odores são ofensivos e podem pôr a perder a qualidade da comida. Um garçom deve ser discreto.

3. Mesas e cadeiras. As pessoas não estão dispostas a tentar equilibrar um copo de bebida ou fazer malabarismo pra cortar uma carne enquanto a mesa balança. Todo gerente tem a obrigação de sentar em cada cadeira e mesa do restaurante e certificar-se que estão em ordem. E sem pedaços de papelão ou bolachas de chopp embaixo dos pés dos móveis para acabar com o desnível.

4. O garçom é um vendedor. Quando vamos a uma concessionária comprar um carro temos a impressão que o vendedor é um piloto de fórmula 1. Ele consegue falar com a maior empolgação sobre como são especiais as velas e sistema de embreagem daquele carro. Ele tem obrigação de saber. Uma equipe de garçons deve ser assim. Deve saber exatamente como são preparados os pratos.

A frase “Vou perguntar ao Chef” é lamentável.

Da mesma maneira quando os clientes perguntam “O que é melhor” e o garçom responde “tudo é bom”, significa que ele não come no restaurante. Então, por que o cliente deveria fazê-lo?

Os clientes esperam sinceramente por um conselho da equipe que deveria conhecer os pratos e que esta experiência seja passada a eles.

5. Equipe. Garçons, auxiliares e gerentes desatentos podem enterrar uma experiência que poderia ser espetacular. Muitos restaurantes trabalham com “praças”, onde cada garçom é responsável por um determinado número de mesas.

Isto é uma maneira prática de coordenar o atendimento, mas não quer dizer que se o cliente de uma praça chamar o garçom de outra praça ele não deve atendê-lo. Isto é mais comum do que se pensa - garçons que não se preocupam com o atendimento do restaurante ficam presos às suas seis mesas.

6. Restaurante é lugar de trabalho. O que nos incomoda muito é o amadorismo do setor. Não é de se assustar quando vemos o dono de um bar ou restaurante aos berros com algum funcionário na frente de todos. Isso é constrangedor paro funcionário e paro cliente, que não está pagando pela baixaria. É comum também ouvir queixas do garçom sobre o patrão, sobre a empresa. Lembre-se: um cliente não vai ao restaurante para fazer terapia. Faça um teste e pergunte a eles se gostam de trabalhar ali. Esteja disposto, pois eles vão lhe contar todos os seus problemas.

7. Reposição. Quando vamos comer numa churrascaria, não ficamos levantando a mão para pedir carne. A reposição é automática, algumas tão rápidas que parecem querer nos apressar. Quando o restaurante oferece a possibilidade de repor o produto, deve-se estar certo de que esta reposição chegará até a mesa continuamente. É obrigação de todos fazê-la. A proximidade da equipe sempre funciona. É desgastante ter que solicitar reposição toda hora.

8. Site. Está na moda ter site. O dono do restaurante paga uma mixaria para o sobrinho que desenvolve uma logomarca e cria seu site. O conteúdo nunca é atualizado. O cliente entra, vê os pratos, vê os preços e na hora de pedir o prato, ele não existe ou o preço dobrou. Ter um site não é pagar para o sobrinho. É atualizá-lo sempre.

9. Telefone. O cliente não tem que esperar no telefone por informações básicas. Qualquer responsável por atender o telefone deve saber na ponta da língua essas informações. Não oferecer as informações básicas sobre sua casa é mandar o cliente para o concorrente

10. Conta. Você oferece uma comida primorosa, o serviço é espetacular, e aí, tudo vai por água abaixo. Porque a conta demora tanto a ser fechada? É lógico que não se deve apressar os clientes, mas, ao mesmo tempo, o serviço não está completo até o momento em que o cliente deixa o restaurante. Muitas casas parecem imaginar que, uma vez servido o prato principal, sua obrigação acabou. Nada pode estar mais longe da realidade do que isto.

Fonte: Rafael Mantesso é especializado em marketing e criatividade em restaurantes (Webinsider)